Acordou com o sol impertinente a agredir-lhe o rosto queimado, como já acontecia há meses. Desde que perdera tudo, a praia era a sua casa.
Maldita bebida, maldito jogo, malditos todos os vícios!
Teve sorte. Naquele dia, um ser misericordioso (parecia ter caído do céu!) viu-o e estendeu-lhe uma mão.
- Queres mudar? – perguntou-lhe, apenas.
No dia seguinte, Rafael iria mudar o rumo da sua vida. Entretanto, esperou pelo sono. Talvez lhe trouxesse a paz há muito fugida.
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