Um ano depois, estarei de novo na Feira do Livro de Espinho, numa hora do conto para crianças de um ATL, actividade dinamizada pela Calendário de Letras, no próximo dia 20, pelas 15h. Desta vez, a Helena Veloso estará comigo para, em conjunto, promovermos o nosso livro Do cinzento ao azul celeste.
18 de julho de 2011
HORA DO CONTO EM ESPINHO
Um ano depois, estarei de novo na Feira do Livro de Espinho, numa hora do conto para crianças de um ATL, actividade dinamizada pela Calendário de Letras, no próximo dia 20, pelas 15h. Desta vez, a Helena Veloso estará comigo para, em conjunto, promovermos o nosso livro Do cinzento ao azul celeste.
22 de maio de 2011
5 de maio de 2011
ENCONTRO COM ALUNOS
Mais um encontro com alunos de 6º ano, na Escola Básica e Secundária Oliveira Júnior, em S. João da Madeira. Foi um momento muito agradável, com alunos muito interessados que fizeram perguntas/observações bastante pertinentes e inteligentes.

Artigo publicado no jornal O Regional, de 5 de Maio.
22 de abril de 2011
2 de abril de 2011
ENCONTRO COM ALUNOS
Mais um encontro com alunos do 2º ciclo, da Escola EB 2,3 de Medas, Gondomar. Foram duas sessões muito agradáveis. Os alunos, muito atentos, quiseram saber mais sobre os motivos que originaram o livro Do cinzento ao azul celeste, sobre o nosso passado recente, e sobre futuras publicações. O véu foi levantado e falámos de estórias escritas que ainda não são livros. Sê-lo-ão algum dia?
10 de março de 2011
8 de março de 2011
DIA DA MULHER
Porque hoje é o dia da mulher, a minha solidariedade para com todas as mulheres que sofrem e não podem ser felizes porque os outros não permitem.
Humilhadas
Caladas
São mulheres, violentadas
Escondem mágoas
Escondem lágrimas
Esquecem risos e afagos
Olhos negros
Negra a alma
É muita a dor
É pouco o amor
“É urgente destruir certas palavras”
Crueldade, violência, solidão
Muitos lamentos
E toda a prisão
É urgente reinventar certas palavras
Verbos reflexos do amor
Antónimos de dor:
Dar-se
Apaziguar-se
Amar-se
Canto para ti, mulher coragem
Canto para ti e quero
Entre marido e mulher
Meter a colher
10 de fevereiro de 2011
CARTA AO PRINCIPEZINHO

Arrifana, 20 de Fevereiro de 2005
Querido Principezinho:
Pelo sonho é que vamos?
Pelo sonho,
pela fé num mundo melhor,
pelo amor,
é por aí que vamos.
Partimos
ao encontro do espaço encantado
onde a linguagem ainda não é fonte de desentendimentos.
Onde há tempo para olhar uma flor,
a tua flor que cuidas, proteges
e amas.
É esse amor que nos faz falta!
Vem de novo ao nosso planeta
mostrar às pessoas como elas são ridículas,
mesquinhas,
egoístas,
materialistas.
Vem falar com elas e ensinar-lhes o que a raposa te ensinou.
Mostra-lhes o significado de cativar,
mostra-lhes o que é dar,
mostra-lhes o que é amar.
Ensina-as a olhar as estrelas.
As únicas estrelas perseguidas são as da TV.
Mas essas não brilham – a futilidade não brilha –
e não amam.
Fá-las ver o absurdo em que transformaram o mundo.
Porque exploram,
discriminam,
rejeitam,
e não amam.
Porque enganam com palavras gastas,
com gestos consumidos,
com corações que não sentem
e não amam.
Porque fazem a guerra,
matam,
matam-se
e não amam.
Querem fazer leis,
querem mandar,
não querem obedecer
nem amar!
Vem de novo,
ensinar o significado de amar.
Um beijo, até breve
uma fã
Pelo sonho é que vamos?
Pelo sonho,
pela fé num mundo melhor,
pelo amor,
é por aí que vamos.
Partimos
ao encontro do espaço encantado
onde a linguagem ainda não é fonte de desentendimentos.
Onde há tempo para olhar uma flor,
a tua flor que cuidas, proteges
e amas.
É esse amor que nos faz falta!
Vem de novo ao nosso planeta
mostrar às pessoas como elas são ridículas,
mesquinhas,
egoístas,
materialistas.
Vem falar com elas e ensinar-lhes o que a raposa te ensinou.
Mostra-lhes o significado de cativar,
mostra-lhes o que é dar,
mostra-lhes o que é amar.
Ensina-as a olhar as estrelas.
As únicas estrelas perseguidas são as da TV.
Mas essas não brilham – a futilidade não brilha –
e não amam.
Fá-las ver o absurdo em que transformaram o mundo.
Porque exploram,
discriminam,
rejeitam,
e não amam.
Porque enganam com palavras gastas,
com gestos consumidos,
com corações que não sentem
e não amam.
Porque fazem a guerra,
matam,
matam-se
e não amam.
Querem fazer leis,
querem mandar,
não querem obedecer
nem amar!
Vem de novo,
ensinar o significado de amar.
Um beijo, até breve
uma fã
20 de janeiro de 2011
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