22 de julho de 2010

HORA DO CONTO EM ESPINHO


De novo em Espinho, com o mesmo público, a estória foi outra. Como publicada só há uma, hoje, a eleita para a hora do conto foi A vassoura que desvassourou. As personagens sairam do conto e, manipuladas pelas crianças, foi um tal fazer barulho, numa manisfestação de protesto liderada pelo galo.

20 de julho de 2010

ENCONTRO COM CRIANÇAS DE UM OTL EM ESPINHO






É Verão, cheira a férias e a mar, o tempo ameno convida a uma hora do conto na relva.


Foi neste ambiente que decorreu, hoje, um encontro com crianças de uma colónia de férias, em Espinho, integrado no evento"60 dias- 60 autores", cujo programa se pode consultar aqui.


Mais uma vez, uma conversa sobre a ditadura e o valor da liberdade, os temas do livro Do cinzento ao azul celeste.
A RTP1 esteve lá, a filmar para o programa "Portugal em directo". Ver aqui.

1 de junho de 2010

FEIRA DO LIVRO DE MOGADOURO

Mais uma actividade em volta do livro Do cinzento ao azul celeste. Depois de ter sido apresentado pelo Dr. Pimenta de Castro, na BM de Mogadouro, o livro foi apresentado à Localvisão TV - Bragança.

O meu muito obrigada ao Sr. Presidente da Câmara e à Vereadora da Cultura pela simpática e calorosa recepção e ao Dr. Pimenta de Castro pelo seu trabalho de apresentação do livro.
http://www.localvisao.tv/vplay/index.asp?rid=31mjFQZEat34iMZfmz33






24 de maio de 2010

APRESENTAÇÃO DO LIVRO EM MOGADOURO


Vai ser já no próximo fim-de-semana, dia 29, pelas 16 horas, que o Dr. Pimenta de Castro vai apresentar o livro Do cinzento ao azul celeste, na Feira do Livro de Mogadouro.

POEMA

A convite da educadora Helena Cristina, estive no Jardim de Infância de Casaldelo, S. João da Madeira, antes da Páscoa, a poetar com as crianças. O tema era o chapéu e o poema iria acompanhar o chapéu da imagem, numa exposição a decorrer no shopping 8ªAvenida. Depois de um longo brainstorming, as ideias surgiram e as palavras e frases saídas da imaginação das crianças foram seleccionadas, agrupadas e o poema nasceu.

Tinha um chapéu na cabeça
veio o vento e soprou
para as estrelas, o chapéu voou.

Voou tão alto e rodopiou.
Parecia um pião, um foguetão
ou um avião!
Parecia, também, um balão
a dançar ao relento
ou um vira-vento
a rodar na minha mão.

O vento acalmou
o chapéu caiu no jardim,
chegou a borboleta, nele pousou.
- O que é isto que veio até mim?

10 de maio de 2010

PORTO CANAL

A pedido da Calendário de Letras, estive no Porto Canal para divulgar o livro Do cinzento ao azul celeste e, ao mesmo tempo, promover a feira/festa do livro a decorrer em Matosinhos.

ENCONTRO COM ALUNOS - BERTRAND









Na véspera do Dia Mundial do Livro estive num encontro com alunos de 2ºano, na Bertrand do shopping 8ªAvenida, em S. João da Madeira. O tema da conversa: livros, leitura e liberdade. O livro apresentado e lido: Do cinzento ao azul celeste.

Apesar do meu receio em apresentar o livro a crianças tão pequenas, o encontro correu muito bem e as crianças mostraram-se muito atentas e participativas pelo que foi muito fácil manter um diálogo animado e bem ritmado.

30 de abril de 2010

ENCONTRO COM ALUNOS EM MATOSINHOS

Hoje, eu e a Helena Veloso estivemos em Matosinhos com crianças de 3º e 4º anos, num evento intitulado Os autores vão à feira com as crianças, integrado nas actividade da Feira do Livro promovida pela Calendário de Letras. Foi um momento muito bom onde se falou Do cinzento ao azul celeste, da estória e das ilustrações e, mais importante do que isso, do motivo que originou o conto: a conquista da liberdade e o direito ao saber.

27 de abril de 2010

ENCONTRO COM ALUNOS DA EB1 DO BAIRRO - ARRIFANA



Os alunos da EB1 do Bairro deslocaram-se à Biblioteca da Escola EB 2,3 de Arrifana para uma conversa sobre o 25 de Abril e, no seguimento, ouviram a estória Do cinzento ao azul celeste.

O trabalho da Cátia Sofia engloba a opinião dos colegas. De destacar a sua última frase pois é importante que as crianças adquiram estes valores desde cedo: [a história] "ensinou-me que a liberdade é muito bonita porque podemos comunicar sem prisões, sem polícias e sem amarras."