Mapa de leituras da lusofonia, um projeto de Teresa Pombo que teve a amabilidade de incluir um extrato do meu livro Do cinzento ao azul celeste. Ouvir aqui.
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9 de janeiro de 2018
25 de abril de 2017
HORA DO CONTO NA BIBLIOTECA DE FUNDO DE VILA
A convite da Junta de Freguesia de S. João da Madeira, levei o meu livro Do cinzento ao azul celeste aos alunos da escola EB1 de Fundo de Vila para uma hora de conto/conversa sobre os valores de abril. Depois da leitura e da conversa, ficou aberto caminho para a escrita. E foi assim que algumas crianças de segundo e terceiro anos definiram liberdade.
- "A liberdade é uma gaiola de portas abertas." . Gabriel
- "A liberdade é a escola que nos dá educação." - Maria Leonor
- "A liberdade é ter asas." - Edgar
- "A liberdade é a forma como concretizamos os nossos desejos e seguimos o nosso caminho a voar," Gabriel
- "A liberdade é um tempo feliz."
- "A liberdade é como uma flor aberta no jardim,"
- "A liberdade é a árvore que se alimenta da seiva" - Maria Leonor
- "A liberdade é ter tempo para ser feliz." Maria Leonor
- "A liberdade é como a flor a abrir com a paz." - Maria Leonor
- "A liberdade vem com o mar." Lara
- "Sem liberdade seríamos prisioneiros do tempo." Mariana
30 de julho de 2015
"DO CINZENTO AO AZUL CELESTE" NO CLUBE DE LEITURA
Foi assim, a última sessão do Clube de Leitura, na Biblioteca Municipal de S. João da Madeira. Foi com muito orgulho (e muita ansiedade) que vi o meu livro Do cinzento ao azul celeste em discussão.
25 de abril de 2015
ENCONTRO COM ALUNOS NA ESCOLA OLIVEIRA JÚNIOR
Foi ontem e foi muito interessante o encontro com três turmas (5º e 6ºanos) da Escola Oliveira Júnior, em S. João da Madeira.
O tema: ditadura versus liberdade.
O livro: Do cinzento ao azul celeste.
Algumas dúvidas: por que motivo rapazes e raparigas não podiam estar na mesma turma ou na mesma escola? Por que motivo havia músicas e livros proibidos? Por que motivo as crianças iam trabalhar com dez anos? Como foi viver o dia da revolução?
Os desafios:- imaginar que hoje, 25 de abril, 41 anos depois da revolução, alguém se lembrava de fazer a revolução ao contrário, isto é, acabar com a liberdade e instalar, novamente, a ditadura.
- imaginar que, se isso acontecesse, não poderíamos estar ali a falar de liberdade, de direitos, de manifestações, de espírito crítico, de futuro.
- imaginar que, se isso acontecesse, eu e tantos outros, seríamos presos porque escrevemos estórias onde entram palavras incómodas.
Isto nem foi bom lembrar! Houve reações imediatas e as crianças nem querem imaginar que tal lhes possa acontecer!
Mas, nem todos aceitam a escola de cara alegre. Tal como a personagem da estória, alguns alunos consideram que, trabalhando, ganham dinheiro e na escola não ganham nada. De facto, vivemos cada vez mais numa sociedade materialista e isto notou-se e nota-se diariamente no contacto com crianças e jovens.
No entanto, a conclusão, brilhante, saiu da boca de um aluno: "Na escola ganha-se futuro".
E, conversas assim, enchem-nos completamente.
1 de maio de 2014
ENCONTRO COM ALUNOS NA ESCOLA ADRIANO CORREIA DE OLIVEIRA, AVINTES
Foi no dia 24 de abril e os alunos aderiram muito bem à conversa. Sobre a ditadura e a liberdade, claro! Estiveram atentos, foram curiosos e interventivos. As telas da Helena Veloso estiveram expostas para que o público pudesse ter a noção de como se chega do texto à ilustração e dali ao livro.
23 de abril de 2014
ENCONTRO COM ALUNOS NA ESCOLA FERNANDO PESSOA, SANTA MARIA DA FEIRA
Hoje, o encontro foi com alunos da Educação Especial e uma turma de 6ºano. O trabalho desenvolvido por professores e alunos à volta do livro Do cinzento ao azul celeste foi fantástico. Assim, os alunos puderam entender melhor o que foi o 25 de abril e sentir o valor da liberdade.
Emocionei-me e arrepiei-me quando os ouvi cantar o rap que construíram a partir das palavras e ideias contidas no conto.
2 de março de 2014
2ª EDIÇÃO DO LIVRO "DO CINZENTO AO AZUL CELESTE"
Publicado em abril de 2009, o livro Do cinzento ao azul celeste vai ter a 2ª edição em 2014, data em que se comemoram os 40 anos do 25 de abril.
"Revisitação literária destinada ao público infanto-juvenil da Revolução de Abril, esta narrativa vem juntar-se a um corpus cada vez mais alargado de textos que recriam, de diferentes formas, aquele momento marcante da História portuguesa contemporânea. Esta edição coloca o acento tónico na questão da educação, destacando o acesso generalizado ao ensino, à escola e à formação como uma das mais significativas conquistas de Abril. Assim, o protagonista que, inicialmente, vai à escola contrariado é confrontado com uma realidade que desconhece, a dos seus pais e avós, privados de aceder livremente àquela instituição. Além disso, apresenta o analfabetismo, o trabalho infantil e a censura como estratégias conscientemente levadas a cabo por um governo que pretendia, deste modo, controlar as pessoas, inibi-las de pensar e de questionar o mundo em que viviam. O retrato de Portugal submetido à Ditadura é traçado com pormenor e é notório o apelo à valorização da Liberdade e das suas consequências. As ilustrações, coloridas e expressivas, procuram dar conta das realidades históricas retratadas, cristalizando motivos e imagens marcantes dos dois momentos que o livro recria."
Recensão de Ana Margarida Ramos, na Casa da Leitura
5 de outubro de 2013
APRESENTAÇÃO DE LIVROS NA FNAC
Integrada no programa do 6º Encontro Nacional de Ilustração, promovido pela Junta de Freguesia de S. João da Madeira, decorreu, ontem, na Fnac do Norteshopping, a comunicação "Do texto à ilustração".
23 de novembro de 2012
ENCONTRO COM ALUNOS NA BM DE S. JOÃO DA MADEIRA
A biblioteca Municipal de S. João da Madeira associou-se às bibliotecas escolares, em outubro, para celebrar o livro e a leitura.
Convidada para uma conversa com alunos do 5º ano, foi com muito agrado que lhes pude falar de alguns livros da minha vida, sobretudo os da minha infância e juventude que guardo religiosamente.
E, como não poderia deixar de ser, a conversa terminou com os livros que escrevi: Do cinzento ao azul celeste (2009) e O santo guloso (2012), ambos ilustrados por Helena Veloso e editados pela Calendário de Letras.
E, como não poderia deixar de ser, a conversa terminou com os livros que escrevi: Do cinzento ao azul celeste (2009) e O santo guloso (2012), ambos ilustrados por Helena Veloso e editados pela Calendário de Letras.
25 de abril de 2012
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